terça-feira, 29 de abril de 2014

Boatos e fofocas dão o tom da pré-campanha para governador no Piauí



Ciro Nogueira e Wellington Dias

Os boatos e fofocas se avolumam na política local. Alguns deles dão conta de que o senador Wellington Dias (PT) quer saber se o também senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, está buscando caminhos para retira-lo do páreo, fazendo uma reegenharia nas prometidas alianças que vão se negociando.
Silvio Mendes e Marcelo Castro
Com relação à aliança entre PMDB, PSB e PSDB, entabulada principalmente por Wilson Martins, quando estava no comando do Karnak, Silvio Mendes e Marcelo Castro, diz-se que tudo pode mudar, ou seja, que o PMDB pode mudar o candidato, vindo a assumir a missão o governador Zé Filho.
Governador Zé Filho
Por outro lado, ainda nesta mesma aliança, os boatos referem-se à possibilidade da candidatura do ex-prefeito Silvio Mendes (PSDB) ao governo. Todas essas informações, ou boatos, como queiram, não são confirmadas pelos líderes maiores desses partidos, os quais declaram que os acordos até agora firmados estão mantidos.
Mão Santa
Fala-se ainda que a candidatura do ex-senador Mão Santa não se sustenta e que ele pode desistir e começar a trabalhar a candidatura do sobrinho, o governador Zé Filho

São muitas as engenharias políticas surgidas com os boatos.

O que queremos destacar é que o dono dos votos, o eleitor, que está no turbilhão, permanece calado.

As pesquisas até aqui realizadas não nos dão um norte sobre o possível resultado. Até porque as chapas ainda não estão devidamente fechadas.

Além disso, surpresas podem surgir e mudar todo o quadro.

O que nos aguarda ainda não sabemos, mas desconfiamos de que haverá mudança significativa.

Um alerta com relação aos atuais pretensos candidatos: de tanto boato surgido, suas candidaturas já parecem velhas.

Jornal do Meio-Dia de 29.04.14 (Teresina FM)




Hospital do Parque Piauí realiza programa de tratamento contra o cigarro


O Hospital do Parque Piauí, na zona Sul de Teresina, está desenvolvendo o Programa Municipal de Tratamento e Controle do Tabagismo destinado a pessoas que têm necessidade ou desejo de parar de fumar. Uma equipe multiprofissional realiza atendimento durante reuniões que acontecem às quintas-feiras, nos turnos manhã e tarde.


Cada grupo é formado por 20 pessoas. O tratamento é realizado durante um ano. Até o momento foram realizadas 797 inscrições prévias por demanda espontânea.

A assistente social Alba Valéria de Sousa destaca que em Teresina os resultados são satisfatórios. “Temos 57% de usuários que abandonaram o cigarro, enquanto a média nacional é de 30%”, destaca.

Desde que o programa foi criado, em 2010, já foram formados 26 grupos , com atendimento a 380 pacientes que iniciaram o tratamento. 20 grupos concluíram o tratamento. Hoje, 75 pacientes estão em tratamento, atendidos por seis técnicos.

A equipe técnica é formada por Alba Valéria e Socorro Brito,  assistentes sociais; Gardene Lacerda , psicanalista/psicopedagoga; Laurimar Almeida, nutricionista; Paulo Barbosa, dentista, e o médico Rivaldo Macêdo.
 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Cooperados e funcionários da Cootaxi Litoral aprendem inglês

Cooperados e funcionários da Cooperativa dos Taxistas de Luís Correia (Cootaxi Litoral) participam de curso de inglês que teve início nesta semana e vai até junho. A iniciativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Piauí (Sescoop/PI).

O curso, a exemplo dos demais eventos do sistema cooperativista piauiense, é gratuito e as aulas acontecem às terças, quintas e sextas-feiras, das 18h às 21h, na  Escola Estadual Ricardo Augusto Veloso, em Luís Correia. 

“A cada dia, o mercado se moderniza e, em nosso caso, já vínhamos sentindo a necessidade de aprendermos outros idiomas, especialmente o inglês. O nosso litoral tem recebido, independentemente da época do ano, muitos turistas de outros países e precisamos acompanhar esse desenvolvimento”, explica o presidente da Cootaxi Litoral, Raimundo Nonato Carvalho.

De acordo com o assessor especial do Sescoop/PI, Roberto Guerrero, a intenção é preparar os taxistas cooperados do litoral para o turismo internacional. “O Sescoop/PI entende que o mercado está se modernizando e, junto com isso, os profissionais devem buscar novas estratégias e alternativas de capacitação e formação para que possam oferecer serviços de maior qualidade”, enfatiza.

Há 20 anos conduzindo passageiros pelas ruas de Parnaíba, Luís Correia, Cajueiro da Praia, Barra Grande e outras cidades da região, José de Ribamar Venâncio dos Santos é um dos cooperados da Cootaxi Litoral e aluno no curso de inglês. O taxista reconhece a importância de buscar um aperfeiçoamento constante. “Outro idioma é muito importante. Antes, a gente nem sentia essa necessidade, mas, agora, com a Rota das Emoções, o aeroporto funcionando com três voos semanais, as empresas de turismo com vários pacotes e a Copa do Mundo com jogos em algumas cidades do Nordeste, temos que nos atualizar”, reconhece.

Formação Profissional - Mas nem só de idiomas vive a atualização do cooperado taxista. O Sescoop/PI já se prepara para oferecer, em junho, o Curso de Condutores de Veículos do Transporte Coletivo de Passageiros. O curso, em parceria com o Sest/Senat, beneficiará cooperados das cooperativas da capital Teletaxi, Cootaxi e Cootranspi.

“Ouvindo o Piauí” inova e colhe opinião da sociedade civil para plano de governo




Silvio Mendes e Marcelo Castro
O pré-candidato pelo PMDB, deputado federal Marcelo Castro, acompanhado do ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB), que postula o cargo de vice, visitaram sábado (26) e domingo (27) os municípios de Valença e Água Branca para a realização de reuniões do programa Ouvindo o Piauí, cujo objetivo é formatar o plano de governo da coligação a ser formalizada em junho envolvendo esses dois partidos e o PSB.
Chico Wilson
O presidente do Diretório do PSDB de Teresina, ex-vereador Chico Wilson, disse que o encontro contou com a presença de prefeitos de quase 20 municípios, de lideranças políticas, comunitárias e trabalhistas. “O deputado Marcelo e o doutor Sílvio estão inovando. Estão ouvindo as pessoas, a sociedade civil, para a formatação do plano de governo. Fazem uma política diferente. Não é mais aquela política do tapinha nas costas”, observou.

Chico Wilson informou que as reuniões contam com quatro salas temáticas: saúde, educação, desenvolvimento socioeconômico e segurança pública. “É impressionante o interesse das pessoas que participam desses encontros. Os mais diversos assuntos são abordados pelas lideranças que querem construir um Piauí diferente, mais justo e mais solidário”, destacou.

O ex-vereador esclareceu que os encontros são realizados a portas fechadas, em ambiente privado, com a participação de lideranças e representantes da sociedade civil, em cumprimento ao que prevê a lei, que proíbe reuniões político-partidárias em ambiente público.

Os encontros do final da semana em Valença (sábado) e Água Branda (domingo) foram os de número seis e sete. O primeiro foi em São Raimundo Nonato, terra natal de Marcelo Castro; o segundo, em Campo Maior, onde nasceu Silvio Mendes.




Vender o Piauí é resgatar e preservar os valores do povo



O empresário André Baía, que vem se destacando na mídia por cobrar posições mais firmes em defesa do desenvolvimento do Piauí, voltou a ser notícia esta semana por afirmar que é preciso saber vender o estado. A opinião do empresário foi externada quando da visita do pré-candidato à Presidência da República, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

O pernambucano confirmou presença em evento a ser promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil, presidido por Baía. O evento deve trazer os presidenciáveis para discutir as potencialidades locais e sensibilizá-los sobre a necessidade de investir aqui para mudar a nossa cruel realidade.

Segundo Baía, Eduardo Campos não entende por que o Piauí ostenta riquezas naturais consideráveis, mas é pobre economicamente, “com mais de 400 mil famílias dependendo do Bolsa Família”.

Para o empresário, não estamos explorando adequadamente os nossos recursos naturais. Para ele, “é preciso saber vender o Piauí, nós temos tudo de que o mundo precisa. Temos uma posição geográfica privilegiada, água em abundância, além de várias outras riquezas naturais. Nós precisamos explorar melhor estas riquezas”, segundo informou o portalaz.

Como vender o Piauí? Historicamente fomos considerados o filho mais pobre da Nação, o filho enjeitado. Nossa bandeira era comparada a um couro de bode, numa referência grosseira à nossa condição de grande criador.

Historicamente fomos humilhados. Quando digo nós, referimo-nos não apenas ao Estado do Piauí como instituição, mas como terra onde seus filhos são secularmente humilhados pelos que aqui amealhavam poderes após anos de distribuição de terras para pequenos grupos familiares e políticos.

Passados muitos anos, nos impuseram campanhas publicitárias com o objetivo de mudar de vez com a nossa pequenez. Isso é impossível. Muda-se um estado quando se modificam os costumes predatórios da velha política.

Vende-se vem um estado quando seus valores são resgatados e preservados. O resgate dos valores piauienses ainda não foi feito. As gerações atuais e futuras são responsáveis por essa tarefa.
 
Editorial do Jornal do Meio-Dia de 28.04.14 (Teresina FM)